O número de validações de passageiros na província de Luanda aumentou 64,05%, no período de 29 de Setembro a 05 de Outubro de 2024, de acordo com os dados do Relatório Operacional do Sistema Nacional de Bilhética Integrada (SNBI). Segundo o relatório, o número de validações em Luanda foi de 570 615, representando assim o maior número quando comprado com as demais províncias onde já tem instalado o SNBI, Huíla com 52 611, Benguela com 6 808, Malanje com 4 092, Huambo com 52 611.

Em Cabinda houve igualmente um aumento de 76,75% ao registar um total de 10 214 validações neste período. Quanto ao número de viagens realizadas, o documento indica que houve uma redução de 64,33% em Luanda, redução que se verificou nas demais províncias sendo que na Huíla a redução foi de 22,09%, Benguela 10,98%, Huambo 22,09%, Cabinda 79,19% e Malanje 0,00%.

Sobre o número de autocarros em circulação, o relatório indica que em Luanda houve uma redução de 28,67%, sendo as operadoras TCUL 70,33%, AngoReal 39,18 e Macon 35,16% as operadoras com mais carros na via. Na província da Huíla a redução foi de 52,17%, a
SOTRANS 6,55%, SHDG 3,27% que mais colocaram carros a circular. Em Benguela não houve variação no número de autocarros em circulação 0,00%, a Transpinto 4,33% e a Transpacífico 2,17% tiveram maior número de autocarros em circulação face as demais que operam naquela província e aderiram ao SNBI.

Quando vamos ao Huambo assistimos a uma diminuição de 52,17% sendo a Sotrans 6,55%, SKDG 3,27% e a AJCF com 2,18% as operadoras que mais circularam no período em referência. Malanje com uma taxa de 0,00% as operadoras com mais carros foram Casa
Comercial 3A 2,29% e Organizações Fumba 2,29% e por fim, Cabinda com um registo de diminuição de 31,25% as opeadoras Maurício e Laurica Lda 2,18%, Firma Tina Tours 2,18% e a Frangrupo Gestão Financeira 2,19% tiveram mais autocarros em circulação.
O IPK, Índice de Passageiro por Quilómetro é uma medida que avalia a eficiência de sistema de transporte público, calculando qunatos passageiros são transportados em média por quilómetro percorrido. Esse índice auxilia no planeamento e na melhoria dos
sistemas, indicando sua capacidade e eficácia em atender as necessidades dos passageiros. O relatório revela que na 40 semana, a média do IPK em Luanda foi de 2,82%, Huíla 2,27%, Benguela 0,94%, Huambo 0,12%, Malanje 5,82% e Cabinda 3,27%